quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Primeiro passo: obervar a si mesmo e julgar menos




As vezes quando agente se observa percebe que acabamos de julgar uma pessoa, pensar mal dela. Talvez quando isso acontecer, deveriamos nos observar. E, quanto nos observamos? Qual o limite de saber se é a outra pessoa que está errada ou se somos nós, que pensamos, expressamos ou falamos, que temos uma intenção negativa no coração?
Acabei de pensar que as pessoas que mais querem aparentar que são boas são as que mais falam mal e julgam os outros. E pensei isso... Por quê? Por quê agente pensa certas coisas? É porque captamos uma verdade sobre o mundo no ar, ou porque aquilo que pensamos está em nós? O meu pensamento foi uma tristeza em relação ao mundo ou um julgamento?
Outras vezes agente olha para uma pessoa, e o olhar dela revela um julgamento em relação ao nosso ser... Outras mais vezes ainda somos nós que fazemos uma cara feia, ou pensamos mal de alguém...
O tempo todo fazemos isso... Somos movidos por reações que temos ao que o meio apresenta. Até quando seremos escravos das reações que o meio nos faz ter?Qual o mundo que queremos cultivar? No que acreditamos?
 Uma vez ouvi o seguinte: Se um cachorro te morde, o que você vai fazer? Vai morder ele também? Se alguém te bate, você vai bater também? Se alguém grita com você, você vai gritar também? Dessa forma continuaremos no eterno ciclo reagindo as coisas ruins, gerando negatividade, cultivando problemas... Parece que o que os mais experientes, virtuosos, artistas e sábios querem nos dizer é uma coisa só: cultive a positividade. Isso parece clichê, mas, é o óbvio revelado por muitos, por quase todas as religiões, filosofias, e por aquelas pessoas que encontramos na rua, e com um sorriso sincero, parecem manifestar a felicidade de ser.



* Grafite arte de Jana Joana e Vitché, pesquise a reportagem da revista Bons Fluidos deste mês!